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sábado, 14 de maio de 2011

Os 10 melhores álbuns de Rock de todos os tempos!

SOMENTE OS ÉPICOS ESTÃO NESSA LISTA. VIVA O ROCK N' ROLL!!! \m/


1. Back in Black (AC/DC)
2. Sgt. Peppers Lonely Heart Club Band (Beatles)
3. Dark Side of The Moon (Pink Floyd)
4. Led Zeppelin (Led Zeppelin)
5. Paranoid (Black Sabbath)
6. Are You Experienced? (Jimi Hendrix Experience)
7. Nevermind (Nirvana)
8. Highway to Hell (AC/DC)
9. A Night at The Opera (Queen)
10. Tommy (TheWho)


Eles construiram o Rock que você curte!



Nova sessão!!!

Eai pessoal, faz um tempo que eu não posto, mas agora vou começar a postar mais!
Então, venho aqui pra comunicar a nova sessão do blog: Revelações. Como o próprio nome diz, essa sessão vai  tratar sobre as novas bandas de Rock que vem por aí (obs.: as boas apenas hehe).

A sessão acontecerá quando eu tiver tempo de postar, ok? hahaha. Espero que gostem.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Ozz¥ Osbourne em Porto Alegre!! (show inesquecível)

E aí galera, to aqui pra contar sobre um show que nunca vou me esquecer: >>OZZY OSBOURNE EM PORTO ALEGRE!!!!!!<< (FUCK YEAH, hahaha).

Foi na quarta-feira, dia 30 de março. Fui para o Beira-Rio, estádio do Internacional, pra ir no show do Ozzy, no Gigantinho (o ginásio que fica do lado do estádio). Cheguei lá uma hora e meia adiantado, mais ou menos. Os caras tinham aberto só um portão, no outro portão, o segurança tava pedindo dinheiro pra deixar entrar!! Um absurdo isso... E o tempo foi passando, e passando... Até que show começa, cinco minutos antes do previsto, e eu ali, na fila! Daqui a pouco gritam: "ABRIU O OUTRO PORTÃO!!!", fui correndo pra lá.

Quando cheguei na outra fila, ele já tinha tocado duas musicas, 'Bark at The Moon' e 'Let Me Hear You Scream', essa última da atual turnê do álbum Scream.

Começa a introdução de 'Mr. Crowley', a música que eu mais gosto. Quando consegui entrar lá dentro, olhei para o Ozzy, e ele abriu os braços e gritou: "MR. CROOOOWLEY" (momento fodástico!!!). Aos poucos fui caminhando pista a dentro, enquanto ele tocava 'I Don't Now' e 'Fairies Wear Boots', mas não tinha como ficar lá e tentei subir para arquibancada.

Quando cheguei lá em cima subi num muro pequeno (que estava prestes a cair, mas felizmente não caiu : P). A partir daí comecei a curtir o show: 'Suicide Solution', 'War Pigs', 'Rat Salad', que teve um solo de guitarra incrível e outro de bateria melhor ainda; 'I Dont Wanna Change The World' e muitas outras...

Uma coisa engraçada é que o Ozzy tomava café (ou chá, sei lá) numa chícara que ficava na frente da bateria, junto com os clássicos baldes d'água que ele joga na galera, hahaha!

No bis ele tocou mais 'Mama Im Coming Home' e 'Paranoid' (!). Sensacional!!!

Ele saiu do palco tremendo muito (tá ficando velho né...), e jogou a camisa para a galera. Queria tanto estar bem na frente do palco!!

Terminou o show e eu saí logo em seguida. Eu sabia que nunca ia esquecer esse show. Haha.

Enfim, FOI DEMAIS, SIMPLESMENTE INESQUECÍVEL!!!

Esperam que tenham gostado desse post sobre esse show incrível que foi o do Ozzy em Porto Alegre, falou pessoal!

Por Erick Endres
Edição: Lourenço M.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Jimi Hendrix, o Deus da guitarra!

Hoje, vamos falar, sobre o incrivel trabalho e vida de um dos mais influentes guitarristas de todos os tempos. Acho que sabem de quem estou falando...


James Marshall "Jimi" Hendrix, considerado até hoje o Deus da guitarra, nasceu em Seattle em novembro de 1942. Sua primeira produção foi um disco chamado Psychedelic Voodoo Child, de 1965, que tem como vocalista Curtis Knight. Em uma das faixas, Hendrix gravou todos os instrumentos.
Em 1966, Hendrix foi para inglaterra, onde formou a sua primeira grande banda: The Jimi Hendrix Expirience; que continha o baixista Noel Redding e o percussionista e baterista Mitch Mitchell (uma fera na bateria) assinando contrato com a mesma gravadora da banda The Who, a Track Records, onde gravou o primeiro single: Hey Joe. Em seguida gravou Purple Haze e The Wind Cries Mary, que chegaram no "Top 10".

Já em 1967 foi lançado o disco Are You Experienced? que foi um grande sucesso, provavelmente o melhor álbum da carreira de Jimi, e está incluso no livro "1001 álbuns para você ouvir antes de morrer".

Hendrix foi levado para o hospital com queimaduras depois de pôr fogo em sua guitarra pela primeira vez no Astoria Theatre, em Londres, em 31 de março daquele ano. Ele foi posteriormente advertido pelo administrador do Rank Theatre management para controlar suas exibições no palco depois de danificar os amplificadores e outros equipamentos no palco.


No mesmo ano, o grupo lança seu segundo álbum, Axis: Bold as Love, que continuou o estilo estabelecido por Are You Experienced?, com faixas como Little Wing e If 6 Was 9, mostrando a continuidade de sua habilidade com a guitarra. No entanto, um percalço quase impediu o lançamento do álbum: Hendrix perdeu a fita com a gravação master do lado 1 do LP tendo acidentalmente esquecido-a em um táxi. Com a proximidade do prazo fatal de lançamento, Hendrix, Chandler e o engenheiro de som Eddie Kramer foram forçados a fazer às pressas uma remixagem a partir das gravações multi-canais, o que eles conseguiram terminar numa verdadeira maratona noturna. Esta foi a versão lançada em dezembro de 1967, apesar de Kramer e Hendrix mais tarde terem dito que nunca ficaram totalmente satisfeitos com o resultado final.

Em 1968, Jimi, envolvido com drogas e bebidas, simplesmente destrói o quarto do hotel onde estava na Escandinávia e é preso pela polícia.

O terceiro álbum da banda, Electric Ladyland, foi lançado em 1968. Esse era mais experimental, psicodélico e contendo uma longa seção de blues (Voodoo Child, Rainy Day, Dream Away"/"Still Raining, Still Dreaming). A gravação desse disco foi extremamente problemática, pois Hendrix decidira voltar para os EUA e construir seu próprio estúdio, batizado de "Electric Lady", que só foi terminado em meados de 1970.


Por causa de brigas internas no Experience, principalmente entre Hendrix e Noell Redding, a banda acabou e Jimi resolveu montar outra banda, Gypsy Suns and Rainbowsjá que tinha pela frente o festival de Woodstock. A banda tinha Hendrix na guitarra e vocal, Billy Cox no baixo, Mitch Mitchell na bateria, Larry Lee na guitarra base e Jerry Velez e Juma Sultan na bateria e percussão.

O show, apesar de notoriamente sem ensaio e desigual na performance (há boatos de que Hendrix estava sob o efeito de uma dose potente de LSD) e tocado para uma platéia celebrante que se esvaziava lentamente, possui uma extraordinária versão instrumental improvisada do hino nacional norte-americano, distorcida e quase irreconhecível, acompanhada de sons de guerra, como metralhadoras e bombas, produzidos por Hendrix em sua guitarra (a criação desses efeitos foi inovadora, expandindo para além das técnicas tradicionais das guitarras elétricas). Essa execução foi descrita por muitos como a declaração da inquietude de uma geração da sociedade americana, e por outros como uma gozação anti-americana, estranhamente simbólica da beleza, espontaneidade e tragédia que estavam embutidas na vida de Hendrix. 

Foi uma execução inesquecível relembrada por gerações. Quando lhe foi perguntado no Dick Cavett Show se estava consciente de toda a polêmica que havia causado com a performance, Hendrix simplesmente declarou: "Eu achei que foi lindo."

Gypsy Suns and Rainbows teve vida curta. Logo depois Hendrix formou um novo trio com velhos amigos, o Band of Gypsys, com seu antigo companheiro de exército, Billy Cox no baixo e Buddy Miles na bateria, para quatro memoráveis concertos na véspera do Ano Novo de 1969/1970. Felizmente os concertos foram gravados, capturando várias peças memoráveis, incluindo o que muitos acham ser uma das maiores performances ao vivo de Hendrix, uma explosiva execução de 12 minutos do seu épico antiguerra Machine Gun.

Jimi Hendrix morreu em Londres nas primeiras horas de 18 de Setembro de 1970, com 27 anos, em circunstâncias que nunca foram completamente explicadas. Havia passado parte da noite anterior numa festa, onde a namorada Monika Dannemann o havia buscado, e ambos seguiram para o Hotel Samarkand, no número 22 da Lansdowne Crescent, em Notting Hill. Estimativas indicam que ele teria morrido pouco tempo depois.
Dannemann alegou em seu depoimento original que Hendrix teria tomado (sem que ela soubesse), na noite anterior, nove comprimidos de um remédio para dormir que ela utilizava. De acordo com o médico que o atendeu inicialmente, Hendrix tinha se asfixiado (literalmente afogado) em seu próprio vômito, composto principalmente de vinho tinto. Por anos Dannemann alegou publicamente que Hendrix ainda estava vivo quando o colocaram na ambulância; seus comentários sobre aquela manhã, no entanto, foram frequentemente contraditórios, e variaram de entrevista para entrevista. Declarações de policiais e paramédicos revelam que não havia ninguém além de Hendrix no apartamento, e que não apenas ele estava morto quando chegaram à cena, mas também estava totalmente vestido, e já estava morto há algum tempo.

Bem, espero que tenham gostado deste post sobre a incrível vida e trabalho do Deus da guitarra, Jimi Hendrix.
Por Erick Endres

segunda-feira, 14 de março de 2011

Extreme!!!

Eaí pessoal, hoje eu to aqui pra falar de uma banda, um tanto quanto desconhecida no mundo do Rock, provavelmente pelo curto tempo em que permaneceu ativa, e essa banda se chama Extreme.

Extreme em seu auge (da esquerda pra direita): Paul Geary (bateria),
Nuno Bettencourt (guitarra), Gary Cherone (vocal) e Pat Badger (baixo)
O Extreme é uma banda de hard rock, que começou a alcançar a fama no finalzinho dos anos 80, e teve seu auge no ínicio dos anos 90, principalmente com seu ábum Extreme II: Pornograffitti que trouxe uma de suas melhores melhores músicas, "More Than Words". A formação "clássica" da banda era: Gary Cherone (vocal), Nuno Bettencourt (guitarra), Pat Badger (baixo) e Paul Geary (bateria).

Em 1992, o Extreme fez uma aparição notável no Freddie Mercury Tribute Concert for AIDS Awareness, tocando músicas do Queen. Na minha opinião, mesmo não tendo tocados suas prórprias músicas, esse foi a maior apresentação ao vivo que eles ja fizeram. Todos da banda deram o máximo de si mesmos, e o resultado foi espetacular. 

A banda voltou a ativa com o ábum ao vivo Talk Us Alive (2010).

Segue o vídeo das duas partes do concerto com a participação do Extreme:




E agora duas de suas músicas de maior sucesso:




É isso aí galera, espero que tenham curtido o post e que curtam a banda!! Até mais ;)

sábado, 12 de março de 2011

Os amores polêmicos do rock n' roll...

Hey folks, hoje eu vou falar dos casais mais polêmicos do Rock, e são eles: John Lennon e Yoko Ono, Kurt Cobain e Courtney Love e, por fim, Sid Vicious e Nancy Spungen.

1. John Lennon e Yoko Ono: Bom, esses dois faziam coisas muito estranhas. Por exemplo, os três álbuns experimentais que os dois lançaram juntos no final dos anos 60 traziam muito pouco de música: Two Virgins era praticamente composto de material como efeitos sonoros e conversas do casal. Life with the Lions trazia uma faixa, chamada "Baby's Heartbeat", trazia a gravação real dos batimentos cardíacos da crinaça a qual Yoko Ono fez um aborto. E enfim, o chamado Wedding Album (Álbum de casamento) era todo sobre gravações da lua-de-mel dos dois, incluindo certos sons dos dois quando estavam na cama...

2. Kurt Cobain e Courtney Love: Mais um casal do rock com problemas em relação as drogas (na verdade, todos que eu vou citar aqui tinham problemas com drogas, e por a caso a maioria morreu...). Os dois eram músicos, Kurt era vocalista do Nirvana e Courtney era a vocalista do Hole. Kurt e Courtney eram viciados em heroína e por isso quase perderam a custódia de sua filha já após duas semanas de seu nascimento, embora depois tenham conseguido um acordo na justiça para permanecer com a sua guarda. Kurt Cobain se suicidou em 1994. Existem controvérsias sobre a morte de Kurt, algumas pessoas dizem que Courtney matou-o, porém, acredito que a verdadeira versão da história seja esta, ele se matou, infelizmente.

3. Sid Vicious e Nancy Spungen: Sid e Nancy se conheceram em novembro de 1977. Nancy era uma prostituta viciada em drogas que morava em Nova York e foi tentar a vida na Inglaterra. Quando Nancy se mudou para Londres, foi para o apartamento de sua amiga, o mesmo onde viviam Sid e Johnny (o vocalista dos Sex Pistols). Foi a partir de Nancy que Sid teve contato com a heroína, e então virou viciado. Em 1978, Nancy foi encontrada morta no apartamento em que estavam morando atualmente. Naquela época houveram várias versões sobre sua morte, mas a que predominou foi a de que Sid, drogado, havia matado ela. Sid foi para a cadeia, e algum tempo depois, foi paga a sua fiança de 30 mil dólares, e ele foi solto. Depois de ser solto, e tentar se recuperar do fato da morte de Nancy (ele era apaixonado por ela, mesmo que a versão dominante seja que ele a matou) e do vício de heroína, Sid manteve um relacionamento com outra garota, que durou até o dia 2 de fevereiro de 1979, quando Sid suicidou-se com uma grande dose de heroína injetada em seu sangue.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Freddie Mercury, o mais incrível vocalista do rock

Uma figura um tanto quanto polêmica ele era. Freddie Mercury foi e sempre será um dos maiores vocalistas da história do Rock, senão o maior. Ele era mais uma estrela do Queen, talvez a principal. Há mais ou menos um mês eu li uma biografia sobre ele, escrita pelo seu assistente pessoal e amigo íntimo, Peter Freestone. Fiquei surpreso com uma afirmação que constava no livro: Freddie nunca fez aulas de canto. É, não se pode negar, ele tinha uma bela dupla de cordas vocais.

Freddie Mercury era afinadíssimo não só nas gravações, mas principalmente ao vivo. Eu duvido que alguém ache um vídeo do Queen em que ele desafine mais do que uma nota no show inteiro. É sério. Além de sua afinação, Freddie tinha uma voz muito potente. Muito. Sua voz natural classificava-o como um barítono, a voz intermediária dos homens, entre o tenor (voz mais aguda) e o baixo (voz mais grave); porém Freddie praticamente sempre cantava como um "tenor forçado", algo que se espera de um vocalista de uma banda de rock.



Além do fato de ter uma voz extraordinária, ele foi um dos maiores compositores do gênero. Há algum tempo atrás, a música 'Bohemian Rhapsody' do Queen. composta por ele, ganhou o título de maior canção de Rock do Reino Unido de todos os tempos, ficando na frente até da épica 'Stairway to Heaven' do Led Zeppelin. Outra canção, talvez a canção mais conhecida no mundo inteiro, composta por ele é 'We Are The Champions' um hino que atravessou muitas gerações desde 1977.



Mas agora chegamos ao ponto principal, que tornava Freddie Mercury um vocalista especial, diferente.
Todas as características citadas acima (voz espetacular, composições de grande sucesso...) não são só pertencentes a ele. Outros vocalistas como Robert Plant (Led Zeppelin), Axl Rose (Guns n' Roses) entre outros, também as possuiam. A principal e mais marcante característica de Freddie é algo que todos devíamos ter: carisma. Ele era um ser carismatico com a platéia. Quando estava em palco cantando para a multidão, parecia que cada pessoa do publico era um amigo íntimo.

Enfim, espero que tenham gostado desse post sobre o genial trabalho do artista que era esse cara. Até a próxima! :)

p.s: Freddie Mercury (nascido Farokh Bulsara) nasceu em Stone Town, cidade da ilha de Zanzibar, hoje pertencente a Tanzânia, na África Oriental, em 5 de setembro de 1946. Teve sua formação em uma escola inglesa na Índia, e após mudar-se para a Inglaterra, aos 18 anos, formou-se em Design Gráfico e Artístico. Viveu na a maior parte do tempo de sua vida adulta na Inglaterra, onde morreu em Londres, no dia 24 de novembro de 1991, devido à problemas causados pela AIDS.